
Era outubro quando a filha de Dona Maria percebeu que a mãe não sentia mais o cheiro do frango assando. "Ela ficava na cozinha com tudo no forno e dizia que não sentia nada." Seis meses depois, o diagnóstico confirmou o que a família temia: Alzheimer em fase inicial.
O que poucos sabem — e neurologistas estão alertando cada vez mais — é que a perda do olfato não é apenas um sintoma da gripe ou da COVID-19. Ela pode ser um dos sinais mais precoces de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, aparecendo às vezes uma DÉCADA antes dos primeiros lapsos de memória visíveis.
Um estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease revelou que pessoas com comprometimento olfativo têm até 3 vezes mais risco de desenvolver demência nos próximos 5 anos.
O problema é que esse sinal é quase sempre ignorado — ou atribuído à gripe, alergia ou envelhecimento normal.
Faça este teste simples AGORA com um familiar idoso:
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar