Enquanto o Brasil acompanha atentamente os desdobramentos do contínuo drama político, novos capítulos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro emergem. A defesa de Bolsonaro protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira, tornou-se o assunto do dia: o ex-presidente deseja ter uma Smart TV e visitas religiosas enquanto está sob custódia.

As alegações apresentadas pelos advogados centram-se na importância de "acesso a meios de comunicação", argumentando que isso ajuda a manter Bolsonaro conectado com a realidade política e social do país. No entanto, os pedidos não param por aí. Há também uma requisição para que ele receba acompanhamento espiritual do bispo Robson Lemos Rodovalho e do pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni, ressaltando que durante a prisão domiciliar, essa assistência era frequente e agora, devido às restrições, tornou-se inviável.
A solicitação coincidiu com a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em vetar um projeto que poderia ter beneficiado Bolsonaro ao reduzir penas por atos criminosos do 8 de Janeiro. Tal sincronicidade de eventos levantou suspeitas e fomentou ainda mais o debate na opinião pública.
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