A próxima segunda-feira, dia 23, será marcada por um evento cheio de emoção e simbolismo. Em Guarulhos, os restos mortais dos integrantes dos Mamonas Assassinas, a banda que conquistou o coração dos brasileiros nos anos 90, serão exumados para uma homenagem que promete ressignificar a saudade deixada pela trágica partida do grupo. Mas há uma razão única e, até certo ponto, surpreendente por trás dessa iniciativa que tem tudo para emocionar fãs antigos e novos.

Se você viveu nos anos 90, certamente se lembra da energia contagiante e do humor irreverente de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli. A banda, que misturava rock com uma dose generosa de comédia, foi interrompida de forma brutal em 2 de março de 1996, quando o jatinho que levava os artistas colidiu na Serra da Cantareira.
A tragédia foi tão avassaladora que parou o Brasil inteiro, deixando fãs devastados e eternizando o nome dos Mamonas Assassinas na história da cultura nacional.
Agora, três décadas depois, a memória desses cinco jovens músicos retorna ao foco — não só por saudades, mas por uma ideia capaz de transformar cinzas em vida.
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