Na última noite de domingo (1º), a famosa Crypto.com Arena em Los Angeles testemunhou um feito absolutamente memorável e carregado de emoção: a consagrada dupla de irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, dois gigantes da música brasileira, foi agraciada com o Grammy de Melhor Álbum de Música Global. O álbum "Caetano e Bethânia Ao Vivo", resultado da turnê entre 2024 e 2025, não apenas uniu sucessos históricos da MPB como também reverenciou amigos queridos e revisitou a essência dos 60 anos de carreira desta família mais que artística.

Para Caetano Veloso, o prêmio é apenas mais um capítulo brilhante em uma carreira marcada por inovações e reconhecimentos internacionais. Com seis indicações anteriores ao Grammy nesta categoria, ele soma agora três gramofones dourados e carrega consigo um legado incomparável.
Quem não se lembra do impacto de "Livro", vencedor em 1998, ou do estrelado por trás dos bastidores como produtor do icônico "João Voz e Violão", de João Gilberto, em 2000? Ele é o mestre, o veterano, o artista que recria a MPB perante os olhos de um mundo encantado.
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