O Grammy de 2026 trouxe ao palco do Crypto.com Arena, em Los Angeles, um momento épico, que foi muito mais do que uma vitória na categoria de Melhor Álbum de Música Global. Era como se a essência da música brasileira estivesse emoldurada no som dos aplausos e nos olhares atentos de uma plateia internacional. E sim, os protagonistas deste capítulo histórico foram os irmãos Maria Bethânia e Caetano Veloso, dois ícones indiscutíveis da música e arte brasileira.

Com o álbum “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, fruto da turnê que ocupou os palcos entre 2024 e 2025, a dupla recebeu o tão sonhado gramofone dourado. Para Caetano Veloso, o prêmio não era uma novidade, mas sim um reencontro com a consagração. Com uma carreira marcada por seis indicações ao Grammy – das quais ele venceu três –, o compositor já havia sentido o gostinho da vitória em 1998 e, em 2000, atuando como produtor do lendário álbum ‘João Voz e Violão’.
Mesmo assim, a emoção de compartilhar este momento com sua irmã Bethânia trouxe algo especial, como se fosse o primeiro aplauso.
E para Maria Bethânia, não há exagero em dizer que o prêmio representou um marco único.
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