Rio de Janeiro, famoso por suas belezas naturais e hospitalidade calorosa, foi palco de uma cena de tensão e indignação esta semana. Agostina Paez, advogada argentina que estava de passagem pelo Brasil, viu suas férias tornarem-se rapidamente um pesadelo jurídico após acusações de racismo em um bar localizado na icônica Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema.
Tudo começou quando Agostina, acompanhada de duas amigas, teve um desacordo com funcionários sobre o valor da conta no estabelecimento. O que parecia ser um típico desentendimento de clientes tomou proporções muito maiores. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a turista teria utilizado o termo "negro" de maneira depreciativa ao se referir a um dos trabalhadores, gerando um ambiente de profundo desconforto.
A situação escalou quando, a seguir, Agostina teria chamado uma funcionária de "mono" — que, em espanhol, significa “macaco” — enquanto fazia gestos grotescos simulando o animal.
Mas a história não terminou ali.
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