Na última sexta-feira, um episódio trágico chocou Porto Velho, Rondônia. Juliana Santiago, de 41 anos, uma dedicada professora de Direito Penal e escrivã da Polícia Civil, foi brutalmente assassinada dentro da Faculdade Metropolitana, onde lecionava. O autor do crime foi identificado como João Júnior, aluno do curso de Direito na mesma instituição. Este caso de violência em um ambiente educacional deixou marcas profundas na comunidade acadêmica e na sociedade local.

Juliana era mais do que uma professora; ela era descrita como inspiradora e apaixonada pelo que fazia. Entre lágrimas e mensagens nas redes sociais, uma aluna prestou homenagem à docente, declarando: “Ela me disse coisas tão lindas que levarei para sempre comigo.
Obrigada pela honra de ter sido minha professora. Que Deus te receba de braços abertos”. Estas palavras não apenas mostram o impacto de Juliana na vida de seus alunos, mas também refletem a dimensão humana que ela carregava em sua profissão.
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