No mundo intrigante dos fertilizantes naturais, onde tradições e práticas ancestrais se encontram com a ciência moderna, a química desempenha um papel crucial. Não se trata de simples magia da avó, mas sim de bioquímica pura e aplicada. Vamos mergulhar nessa jornada fascinante que revela por que cada um desses componentes funciona maravilhosamente bem no jardim.

Começamos com a humilde borra de café, um verdadeiro tesouro de jardinagem. Rico em nitrogênio, fósforo e potássio, esse resíduo geralmente descartado pode transformar seu jardim. Mas não se apresse em jogá-lo diretamente no solo. O segredo está em seus ácidos orgânicos residuais, como o clorogênico, que conseguem baixar o pH do solo ao longo de meses.
Esse fenômeno é particularmente amado por plantas acidófilas, como azaleias, hortênsias e rosas, que prosperam em ambientes ácidos e ricos em matéria orgânica. E, como se não bastasse, a cafeína residual repele pragas, como lesmas e caracóis, tornando o solo mais arejado.
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