A compostagem, um dos métodos mais antigos de fertilização do solo, acaba de ganhar uma repaginada moderna e surpreendente. Chamado de “compostagem em vala”, esse sistema promete ser a solução definitiva para quem busca maximizar a produtividade do jardim sem complicações. O processo, que chama atenção por sua simplicidade e eficiência, tem gerado curiosidade entre agricultores e entusiastas de jardinagem, especialmente aqueles preocupados com sustentabilidade.

Imagine um canteiro onde plantas literalmente “comem” direto da fonte. Isso mesmo! Com a compostagem em vala, o centro do canteiro se torna uma espécie de "restaurante subterrâneo" para as raízes das culturas. Um sulco com cerca de 20 a 30 cm de profundidade é cavado no meio do canteiro, e ali são depositados restos de cozinha que incluem cascas de ovos, borra de café e sobras de vegetais.
Carne, laticínios e óleos não entram nesse cardápio natural, uma escolha estratégica para evitar odores e pragas indesejadas.
Mas o segredo não está apenas nos ingredientes. A técnica também exige uma mistura cuidadosamente calculada entre resíduos verdes—que fornecem umidade e nutrientes, como cascas de legumes—e materiais mais fibrosos, que garantem uma estrutura ideal para a decomposição.
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