Na noite mágica de Réveillon, enquanto as ondas de Copacabana iluminavam-se com fogos de artifício, uma cena inesperada se desenrolava em meio à multidão. Helena, uma mulher grávida, transformou o espetáculo de celebração em um enredo de crime e suspense. Com habilidade digna de uma trama cinematográfica, ela foi presa na madrugada da virada do ano, acusada de roubar impressionantes 29 celulares, além de uma câmera profissional e uma carteira.
O ocorrido capturou tanto a atenção dos presentes quanto das forças de segurança no local.
A movimentação intensa próxima ao famoso hotel Copacabana Palace não foi apenas de celebração. Agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Guarda Municipal perceberam a situação inusitada, com gritos que chamaram atenção enquanto centenas de pessoas estavam imersas em festa.
Rapidamente, eles se deslocaram para investigar o que se passava e depararam-se com Helena, cuja atitude despertou suspeitas instantâneas.
Ao ser abordada, a grávida foi encontrada com três bolsas equipadas com fundos falsos — um truque engenhoso para ocultar os aparelhos roubados.
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