A história de Eliza Samudio, marcada por um dos crimes mais brutais da crônica policial brasileira, volta a ganhar os holofotes em um enredo digno de filme de suspense. Mais de uma década após seu assassinato, quando sua trajetória parecia já ter sido completamente elucidada, um elemento inesperado surge para mexer com a memória coletiva do caso: o passaporte brasileiro da jovem foi encontrado em Portugal, em meio a circunstâncias que, até agora, estão envoltas em mistério.

O achado ocorreu no final de 2025, dentro de um apartamento em Lisboa, alugado por uma família que preferiu não ter seus nomes divulgados. O homem que descobriu o documento relatou que, ao chegar de uma viagem de negócios, resolveu explorar uma estante de livros na sala comum do imóvel.
Foi então que ele deparou-se com um objeto que mudaria completamente o tom de seu dia: “Quando olhei o passaporte e vi de quem era, quase não acreditei. A foto dela, o nome, tudo estava ali, intacto.
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