Na pacata avenida Leda Pantalena, no Jardim Portela, Itapevi, o dia 5 de janeiro de 2026 marcará para sempre os corações locais e, infelizmente, não por boas razões. Uma mulher grávida de 28 anos foi vítima de um ato violentíssimo, envolvendo espancamento seguido por queimaduras graves em cerca de 70% de seu corpo. O que se esperava ser uma tarde comum transformou-se rapidamente em um cenário de terror.

Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e do Samu chegaram ao local após um chamado de incêndio. Porém, nunca poderiam imaginar o que os aguardava: uma vida lutando contra a brutalidade em estado cruel. A mulher, ainda viva, apresentava queimaduras de segundo e terceiro graus por todo o corpo, além de sinais evidentes de agressão.
Gestante e em situação de vulnerabilidade social, ela foi imediatamente encaminhada ao Hospital Geral de Itapevi, onde ficou internada até sua morte na manhã da terça-feira seguinte.
“Foi devastador o que encontramos.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar