Há histórias que permanecem adormecidas por décadas, mas que revivem com a força da verdade. Foi exatamente isso que ocorreu com o caso de Sarah Geer. A jovem de apenas 13 anos, vivenciando toda a inocência de sua adolescência em Cloverdale, Califórnia, desapareceu em uma noite de maio de 1982. O que se seguiu foi uma sequência de eventos trágicos, mas que finalmente encontrou um desfecho graças ao avanço da ciência forense e à determinação das autoridades, mesmo após longos 44 anos.

Quando Sarah saiu da casa de uma amiga naquela noite, ninguém poderia imaginar o desfecho cruel que aguardava a jovem. Seu corpo foi encontrado na manhã seguinte, enterrado em um beco isolado. As autoridades descobriram que ela havia sido estuprada e estrangulada, um trauma que não só abalou sua família, mas também a comunidade inteira.
Na época, os recursos limitados da ciência forense deixaram o caso sem pistas e sem suspeitos, com o cruel rótulo de “sem solução”.
Décadas se passaram, e o nome de Sarah continuava ecoando como uma lembrança dolorosa.
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