Um caso complexo e cheio de mistérios está mobilizando as autoridades e gerando revolta entre os familiares da policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta em circunstâncias suspeitas no centro de São Paulo, no último mês de fevereiro. A morte, inicialmente tratada como suicídio, rapidamente passou a levantar dúvidas que culminaram no afastamento de seu marido, o tenente-coronel investigado, das funções que ocupava dentro da Polícia Militar.

De acordo com as alegações iniciais do oficial à Polícia Civil, o tragicamente ocorrido teria sido um ato de desespero da própria Gisele, que usou sua arma após pedir o divórcio enquanto ele estava no banho. A cena descrita, no entanto, começou a se desmembrar em várias contradições assim que detalhes adicionais foram descobertos.
O comportamento do tenente-coronel após a morte da esposa causou estranhamento: ele retornou ao apartamento, tomou banho e trocou de roupa antes de informar às autoridades sobre o falecimento da militar.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar