Fabrício Gomes de Santana, policial militar de 40 anos, viveu seus últimos dias em uma sequência de eventos que mais parecia um roteiro de suspense daqueles que a gente não quer acreditar ser verdade. No dia 11, o corpo de um homem que pode ser de Fabrício foi encontrado em Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Apesar do mistério, a localização do corpo marca um novo capítulo em uma história repleta de tensão, dúvidas e reviravoltas.

Tudo começou no dia 7, quando Fabrício, que estava de férias, envolveu-se em uma discussão na Avenida dos Funcionários Públicos, na zona sul de São Paulo. O seu oponente? Um homem com relações perigosas com o tráfico de drogas. Como se isso já não fosse suficiente para trazer preocupação, horas depois o policial voltou a encontrar o mesmo homem em uma adega da região, apenas para os acontecimentos tomarem um rumo ainda mais sombrio.
No dia 8, o carro de Fabrício – aquele Ford Ka que, até então, fazia parte das suas idas e vindas comuns – foi encontrado carbonizado em Itapecerica da Serra. O achado alimentou teorias inquietantes e a investigação logo confirmou os rumores: Fabrício foi levado ao temido "tribunal do crime".
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