No dia tão esperado de defender seu trabalho de conclusão de curso, Arthuro resolveu encerrar sua apresentação de uma maneira inesperada e cheia de afeto. Quando chegou à última lâmina do PowerPoint, algo surpreendente apareceu: uma foto especial de quem esteve ao lado dele em cada passo dessa jornada desafiadora. Não era um amigo de sala, nem um professor — era seu fiel companheiro de quatro patas, o gatinho Ares.

Durante meses de dedicação extrema, noites intermináveis e momentos marcados pela ansiedade e pelo cansaço, Ares estava lá. O pequeno felino tornou-se mais do que apenas um espectador silencioso; ele era um “assistente” emocional, sempre presente. Segundo Arthuro, Ares parecia “ouvir” suas ideias, "questionar" por meio de olhares curiosos e, claro, proporcionar companhia nos momentos em que tudo parecia desmoronar e confuso demais para continuar.
Entre pilhas de livros, reflexões sobre Ciências Biológicas e noites que pareciam não ter fim, passou a ser impossível para Arthuro imaginar sua trajetória sem a presença tranquilizante de Ares. “Ele estava lá como se entendesse tudo.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar