Elon Musk voltou a parar no centro de uma polêmica familiar daquelas que saem das redes sociais e viram assunto em qualquer roda de conversa. Desta vez, o empresário reacendeu discussões antigas ao se referir à filha trans, Vivian Jenna Wilson, no masculino e afirmar que ela sofre de uma “doença mental trágica”. A declaração, pesada e nada discreta, caiu como faísca em gasolina: em poucos minutos, o nome dos dois voltou a circular com força, acompanhado de críticas, defesas e muita gente tentando entender como uma relação entre pai e filha chegou a esse ponto.

Vivian Jenna Wilson, que há anos mantém distância pública do pai, não deixou a situação passar em branco. Ela rompeu com Elon Musk em 2020 e, em um gesto simbólico e bastante claro, retirou o sobrenome Musk de seus documentos. Para muita gente, isso já dizia mais do que qualquer entrevista longa: Vivian queria deixar para trás não apenas um nome famoso, mas também uma ligação familiar marcada por afastamento, mágoas e exposição pública.
Ao rebater as falas do empresário, Vivian afirmou que Elon foi um pai ausente. A crítica pesa ainda mais justamente porque Musk costuma ocupar o noticiário como figura grandiosa: bilionário, dono de empresas gigantes, personagem constante em debates sobre tecnologia, política e futuro da humanidade.
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