Happy, uma adorável felina de olhar expressivo, enfrentou uma dura realidade quando sua família decidiu que seu miado incessante já era demais para suportar. Ela foi deixada sozinha em um estacionamento, abandonada entre carros e concreto frio. O lugar, desolado e impessoal, foi sua casa por meses. Seu miado, que antes era motivo de incômodo, agora era um pedido silencioso por atenção e carinho.

É nesse cenário que Lyn entra na história, movida por uma empatia que poucos poderiam entender. Lyn, que passava pelo estacionamento com alguma regularidade, notou a presença constante de Happy. A cada dia que passava, seus olhos desencontrados buscavam por sinais de vida em um canto onde a esperança parecia escassa.
Foi então que Lyn resolveu agir.
A abordagem de Lyn foi cuidadosa. Primeiro, ofereceu pequenos pedaços de comida que Happy parecia aceitar com hesitação, mas gradualmente com gratidão. Logo depois, Lyn improvisou um pequeno canto para Happy; uma cama macia, em contraste com o concreto duro que antes servia de almofada.
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