Vani Garcia, moradora da Flórida, nos Estados Unidos, já era mãe de três filhos e acreditava que conhecia bem a rotina de uma gestação. Nas duas vezes anteriores, os exames tinham corrido normalmente, sem sustos nem grandes sobressaltos. Desta vez, porém, a história ganhou outro tom logo no ultrassom morfológico da 20ª semana, quando a família recebeu uma informação que virou o clima da consulta de cabeça para baixo.

O exame, feito no segundo trimestre, costuma servir para observar os principais órgãos e estruturas do feto, além de identificar possíveis malformações e acompanhar o desenvolvimento do bebê. Para a maioria das gestantes, é apenas mais uma etapa do pré-natal. Só que, em alguns casos, o que aparece na tela pode trazer uma notícia difícil de digerir.
Foi exatamente o que aconteceu com Vani, que esperava o pequeno William.
Segundo o relato dela à revista "Newsweek", o médico percebeu que as mãos do bebê não estavam sendo visualizadas no ultrassom. A suspeita levantada no consultório foi assustadora: havia a possibilidade de William nascer sem as mãos.
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