O portal Jornal Razão divulgou informações obtidas com exclusividade junto a fontes ligadas à Agência de Inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina. As fontes afirmam que os jovens desaparecidos podem ter sido mortos por integrantes do PGC, facção com forte atuação no estado. Os corpos, conforme o relato, podem ter sido enterrados em local ainda desconhecido, apontado como um suposto “cemitério da facção”.

Segundo as informações, o grupo pode ter sido identificado ou confundido como ligado ao PCC, facção originária de São Paulo. A suspeita é de que gestos feitos em fotos e vídeos publicados nas redes sociais, como o sinal conhecido como “Tudo 3”, interpretado no meio criminoso como referência ao PCC, tenham levado ao desfecho.

Familiares reforçam que os jovens estavam em Santa Catarina apenas em busca de trabalho, sem qualquer envolvimento com o crime.
Parentes enfatizam que tatuagens ou gestos em fotos não indicam histórico criminal e que eles não possuíam passagens pela polícia.
O desaparecimento ocorreu na madrugada do dia 28, em São José, na Grande Florianópolis. O último contato foi por volta da meia-noite. Horas depois, câmeras registraram três deles em frente ao prédio onde moravam. O imóvel foi encontrado aberto.
Nenhum voltou ou deu notícias.
A Polícia Militar registrou o caso pelo SOS Desaparecidos e repassou as informações à inteligência. A Polícia Civil segue investigando.
Os desaparecidos são Bruno Máximo da Silva, 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, 28, Guilherme Macedo de Almeida, 20, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, 19.