O caso do cão Orelha abalou Florianópolis e continua gerando indignação por parte da população e das autoridades. Durante uma coletiva de imprensa reveladora, os delegados responsáveis apresentaram detalhes perturbadores sobre os atos cometidos pelos quatro adolescentes envolvidos. O laudo veterinário, divulgado na última semana, expôs a brutalidade do ataque e trouxe novos elementos para a investigação.

Orelha foi brutalmente atacado na madrugada do dia 4 de janeiro, na região da Praia Brava. Encontrado agonizando no dia seguinte, o cão chegou a ser socorrido, mas faleceu enquanto veterinários tentavam salvá-lo. A delegada Mardjoli Valcareggi explicou que o laudo confirmou que ele foi vítima de uma pancada violenta na cabeça, causada por um objeto contundente, como um pedaço de pau ou uma garrafa.
Porém, Orelha não foi a única vítima. Apenas um dia após o ataque, o grupo fez outro alvo: um cachorro caramelo que, conforme relatos, foi jogado ao mar pelos jovens. Miraculosamente, o caramelo sobreviveu e teve um final feliz ao ser adotado por um dos delegados responsáveis pelo caso.
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