A disputa pela herança de Erasmo Carlos ganhou mais um capítulo daqueles que fazem qualquer leitor parar a rolagem da tela. A Justiça do Rio de Janeiro reconheceu que Fernanda Passos viveu uma união estável com o cantor entre junho de 2016 e janeiro de 2019, quando os dois oficializaram o casamento civil. A decisão, no entanto, veio com um balde de água fria para a viúva: o direito à divisão dos bens e investimentos deixados pelo artista foi negado.

Segundo informações divulgadas por Valmir Moratelli, na coluna “Veja Gente”, da revista Veja, o caso faz parte da batalha judicial que envolve Fernanda e os filhos de Erasmo, Leonardo Esteves e Gil Esteves. Ou seja, não se trata apenas de uma disputa emocional, mas de uma novela jurídica com patrimônio, datas e interpretações legais entrando em cena a todo momento.
Fernanda havia pedido que a união estável fosse reconhecida desde 2010. A versão apresentada por ela indicava que o relacionamento já era público, duradouro e com intenção de formar família desde aquele período.
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