Às vezes, a vida nos surpreende com encontros inesperados que transformam a dor em força, trazendo um novo sentido ao que parecia perdido. Foi exatamente o que aconteceu com Annette Bammert e Lenny, o “gatinho mais triste do abrigo”. Pode parecer coisa de roteiro de cinema, mas essa história é tão real quanto emocionante! 
Após a perda de sua gata Wilma, que era mais do que um animal de estimação, mas uma verdadeira companheira, Annette enfrentava um luto profundo. Entre lágrimas e um vazio enorme, ela sentiu que precisava dar um novo passo. Ainda que seu coração estivesse pesado, achou que poderia preenchê-lo com um novo amigo, mesmo sabendo que Wilma sempre teria seu espaço insubstituível.
Foi assim que ela chegou ao abrigo.
No local, um certo gatinho chamou sua atenção de imediato. Pequeno, aparentemente frágil, ele estava sozinho em uma sala de vidro. O que mais se destacava nele não era só sua aparência peculiar – com manchas negras ao redor dos olhos que mais pareciam lágrimas –, mas o olhar que transmitia uma tristeza que Annette reconhecia em si mesma.
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