Um ano após a morte de Preta Gil, a cantora continua emocionando fãs e sendo lembrada por sua trajetória de força, alegria e autenticidade na música brasileira. Porém, dois documentários lançados em homenagem à artista acabaram chamando atenção por outro motivo: além de celebrarem seu legado, as produções revelaram diferentes perspectivas entre familiares e amigos que fizeram parte da vida da cantora.

Os projetos "Meu Nome é Preta" e "Preta: Eu Não Ando Só" apresentam histórias sobre a artista a partir de olhares distintos. O primeiro documentário, conduzido por Flora Gil, madrasta de Preta, tem como foco principal os relatos da família, mostrando momentos íntimos, lembranças pessoais e detalhes da relação da cantora com seus parentes.
A produção busca apresentar o lado mais próximo e familiar de uma mulher que sempre mostrou sua personalidade forte e seu jeito único de encarar a vida.
Já o documentário "Preta: Eu Não Ando Só", lançado pelo Globoplay, segue outro caminho e reúne principalmente depoimentos de amigos próximos da cantora.
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