Na agitada rotina matinal de uma cafeteria modesta no Brasil, nada parecia fora do comum. O aroma fresco de café misturado ao suave alarido das conversas criava um cenário familiar. No entanto, uma figura sutil começava a fazer parte desse cotidiano, despertando a curiosidade de muitos frequentadores. Era uma gata, que silenciosamente, mas com notável consistência, surgia todos os dias para se aconchegar às mesas, especialmente aquela ocupada por um homem em particular.

Esse homem, um trabalhador comum que passava em direção ao seu emprego, começou a notar a presença constante da felina. Sem um tutor, sem uma coleira, a gata parecia não pertencer a ninguém, exceto talvez ao próprio local, que ela gradualmente adotava como seu habitat natural.
Seu comportamento era calmo e confiável, o que tornava a aproximação do homem quase inevitável.
Aos poucos, uma interação surgiu. O homem, movido pela curiosidade e pelo encantamento silencioso que a gata exercia, começou a levar pequenos pedaços de comida durante suas visitas matinais ao café.
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