Nos últimos dias, Florianópolis tem estado em alerta máximo por conta de um caso que abalou a comunidade. O assassinato brutal do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, não só indignou moradores locais como também provocou grande repercussão em redes sociais e veículos de comunicação. Agora, a investigação começa a tomar novos caminhos, prometendo desdobramentos reveladores e, talvez, justiceiros.

Na última semana, a Polícia Civil de Santa Catarina organizou uma operação de grande escala, que deu um passo significativo em busca de respostas. Após autorização expressa da Justiça da Infância e Juventude, foram cumpridos mandados de busca e apreensão que miraram não só os principais suspeitos, todos adolescentes, mas também suas famílias.
Com o aval jurídico, as autoridades confiscaram telemóveis e outros dispositivos que possivelmente contêm evidências-chave. Há relatos de que mensagens, vídeos e registros foram recolhidos nas investigações e poderão ser cruciais para desvendar os mistérios do crime.
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